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Procedimento concursal comum para o preenchimento de 2 (dois) postos de trabalho da carreira e categoria de Assistente Operacional – Sapador Florestal (PCC_01_2026)

PROCEDIMENTO CONCURSAL SAPADORES FLORESTAIS
A União das Freguesias de Sezelhe e Covelães torna públicos os documentos relativos ao Procedimento Concursal Comum para a constituição de vínculo de emprego público por tempo indeterminado, destinado ao preenchimento de dois (2) postos de trabalho na carreira e categoria de Assistente Operacional – Sapador Florestal.
No âmbito do desenvolvimento do procedimento concursal, são disponibilizadas as Atas n.º 1, n.º 2 e n.º 3 do Júri, que integram, entre outros elementos, os métodos e critérios de seleção, a lista de candidatos admitidos e as informações relativas à realização da Prova de Conhecimentos.
Referência do procedimento: OE202608/0743
Para conhecimento dos interessados, os documentos encontram-se disponíveis para consulta abaixo.




UF de Sezelhe e Covelães
Ambos os lugares desta freguesia foram sede de freguesia, porém anexas a Santa Maria de Montalegre.
Todos os edifícios de ambas as localidades estão construídos entre os novecentos e os mil metros de atitude. Como o resto do concelho são terras de produção agropecuária, de largos montes de caça e de boas manchas de arvoredo para madeira e lenhas. Os documentos conhecidos não autorizam a grafia deste topónimo com z como por aí se vê escrever.
A criação de gado foi tão importante que os de Travaços do Rio ergueram a meio do povo uma torre ao boi campeão. Os seus habitantes devem sentir-se orgulhosos também porque Travassos é, depois de Salto, a terra barrosã referida em documentos autênticos e mais antigos: trata-se de dois documentos do Tombo de Celanova, na Galiza, referentes a doações destinadas ao Mosteiro e ambas no termo de Travaços, datadas, respetivamente, dos anos 953 e 976, sendo que numa delas é doadora a própria mãe do bispo São Rosendo! Há 1053 anos! Muitas vezes "o coração tem razões que a razão não conhece" e assim, por vezes, encontramos canastros, tulhões, cortes de boi, fornos e moinhos feitos com tanto primor e equilíbrio como se de altares ou sacrários se tratasse. A emigração que hemorragicamente nos vem sangrando, por este andar, vai obrigar-nos a associar não duas mas quatro ou cinco freguesias limítrofes.
Covelães: É a primeira das freguesias que circuitam a serra da Mourela. Esta serra, verdadeiro planalto de altitude média a caminho dos 1100 metros, é e foi, desde os tempos megalíticos, um local muito apto para a transumância ascendente. Com efeito, as povoações próximas aí conduzem numerosas vezeiras de gado que por lá demoram todo o verão. Tal costume há-de ter origem nos ancestrais pré - históricos que encheram aquele espaço de mamoas, sinal de que aí viveram e morreram. O que também já morreu ou quase (nos dias que correm!) foi a raríssima perdiz cinzenta, também conhecida por charrela! Devíamos envergonharmo-nos de tal notícia!
A atual freguesia compõe-se de dois lugares: Covelães e Paredes do Rio. Ambos foram sede de freguesia, aquele sob o orago de Santa Maria e este de Santo António. Nesta localidade existe um pisão, com outras curiosidades dignas de visita, entre as quais uma sala que servirá de polo na rede informática do Ecomuseu.
